segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Como estamos vivendo?

É uma ótima pergunta para refletir não só em cada início de ano, mas em toda nossa caminhada de vida.
Como encaramos o advento morte? E, antes como sentimos o processo da morte?  Você já parou para pensar que a morte é um dia de nossas vidas, quer dizer, só podemos pensar e refletir sobre este advento se estivermos vivos!
Mas o que é a  morte para alguém que nasceu de novo , e, é feito coerdeiro com Cristo Jesus?  Estes sabem onde passarão a eternidade. ( Rm. 8:17, Rm 6: 5)


É difícil falar sobre a morte, Testamento Vital, preparativos para culto fúnebre e etc, porém, devemos falar sobre morte sim, á fim de compreendermos e atravessarmos o período de luto.
Não quero aqui tornar a morte em acontecimento banal, pois não é. Devemos nos preocupar sim, todavia, com maior atenção de como vivemos a vida que nos foi outorgada por Deus.
Será que estamos valorizando verdadeiramente o fato de termos recebido a graça da salvação? Estamos vivendo a Missão Dei de forma integral?
As vezes tenho a sensação de que algumas das organizações religiosas e estão tão bem equipadas com seus departamentos, mas também, tão mergulhadas em seu "mundo eclesiástico", E, NÃO SE DERAM CONTA DISTO!
Muitas vezes não falamos como realmente estamos nos sentindo, problemas de diversas ordens para serem solucionados, falta um real espaço para conversar e orar; imagine falar sobre a morte! Não estou dizendo que temos de enfatizar a morte , e, sim considerarmos,  que, somos peregrinos nesta Terra, precisamos falar sobre a Palavra transformadora antes do advento morte.
 Foi nos dada a missão de levar a Palavra, para as pessoas  que ainda não ouviram, o Evangelho vivo de Jesus! Devemos ser sal na terra, e luz para o caminho de outros, que ainda não receberam a graça salvadora de Jesus! Mt.5: 13, 14.
Que possamos levar a Palavra para as pessoas que ainda não conhecem de toda alma e coração, para que a morte á eles também seja serva dos servos do Senhor nosso Deus! I Co 15: 55-57; Jo 11:25-26.


sábado, 5 de janeiro de 2019

O cuidado e trabalhar de Deus.

Quero falar sobre medo, fé, identidade, confiança.
Quando penso no relato do profeta Elias, em I Reis nos capítulos  17, 18 e 19 falando em nome de Deus, derrotando os profetas de baal, orando para que chovesse, e realmente ocorre.
Com certeza Elias teve que ter muita fé, confiança e saber à  quem pertencia de fato, saber de sua identidade em Cristo Jesus.
Mas, apesar de tudo isto Elias  tutibiou, teve medo de Jesabel, mulher má e que havia mandado matar todos os profetas, portanto, uma pessoa longe dos caminhos de Deus, totalmente contrária à tudo que Deus Altissimo fala.
A Bíblia nos fala que Elias estava tão cansado e com medo a ponto de fugir para o deserto e pedir a morte.
Deus vê a aflição de Elias e cuida dele. Logo depois Elias vai ao Monte Horebe para ouvir sua missão.  Ele está em uma caverna.
Deus o chama para fora, e, mais uma vez pergunta pra ele o que estava fazendo ali.
Ele confessa novamente o seu medo e cansaço.  Deus ordena que saia e coloque-se diante do Senhor.
O Senhor falou à  Elias não  como esperava, Ele não estava no vento forte, no terremoto ou no fogo, mas, Deus estava no ciclo tranquilo e suave, no silêncio!
Assim somos nós muitas vezes sentimos medo, nos trancamos em " nossas cavernas", nossa fé parece fraquejar, mesmo sabendo da nossa identidade em Cristo, precisamos dos cuidados do Senhor, de sua misericórdia e providência.
É preciso obedecer ás  ordens do Senhor , nos santificar buscando sua presença, achar no silêncio de Deus a direção e vontade para nossas vidas
O Senhor quer ter um relacionamento conosco, Ele nos chama para conversar, para estar perto. Ele é  Deus de perto, amigo
que nos ama incondicionalmente.
Que possamos ter fé,  nos achegar ao Pai e descobrirmos no seu silêncio a verdadeira direção para nossas vidas.
Amém.

Como estamos vivendo?

É uma ótima pergunta para refletir não só em cada início de ano, mas em toda nossa caminhada de vida. Como encaramos o advento morte? E, an...